Manifesto

Consumo Consciente e Responsabilidade Socioambiental no combate às Mudanças Climáticas

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Você sabia que 98% dos brasileiros consideram importante adotar práticas e hábitos de consumo consciente(1)?  Que 75% dos consumidores declara que já deixou ou deixaria de comprar marcas que prejudicam o meio ambiente(2)? E que mais da metade (52%) está disposta a pagar mais por um produto ambientalmente correto? Não tem para onde fugir. O consumo consciente e a responsabilidade socioambiental são a bola da vez e a CoClima te convida a fazer parte desse movimento!
Pegada Ecológica e Mudanças Climáticas

Todos os dias, ao menos em algum momento, pensamos no futuro. No nosso, no dos nossos filhos, familiares ou amigos. Esse futuro pode ser próximo, seja o café gostoso que tomaremos dali a pouco, ou mais distante, como a profissão dos nossos filhos ou a próxima viagem de férias. Mas e se esse futuro deixasse de repente de existir ou fosse seriamente comprometido?

 

As mudanças climáticas tornaram essa possibilidade real. Hoje, quando falamos de preservação ambiental, não se trata mais da natureza, plantas e bichos apenas. Trata-se da própria sobrevivência e qualidade de vida do ser humano. Segundo a pesquisa IBOPE “Mudanças Climáticas na Percepção dos Brasileiros”, 78% das pessoas consideram o tema das mudanças climáticas muito importante (4). 

 

As mudanças climáticas têm origem na nossa Pegada Ecológica, ou seja, na pressão do nosso consumo sobre os recursos naturais. A Pegada Ecológica engloba a Pegada de Carbono e vai além. Da mesma forma, plantar árvores e restaurar ecossistemas traz muitos benefícios além da absorção do CO2, como a produção de oxigênio, preservação da água, e conservação dos solos férteis. Segundo a ONU, devemos plantar um trilhão de árvores nos próximos dez anos para reverter a atual tendência de aquecimento global (5).

A Hora e a Vez do Consumo Consciente

Você sabe a diferença entre comprar uma camiseta de poliéster ou de algodão? A moda sustentável e a economia circular estão em alta, mas poucos sabem responder a essa pergunta. Aqui o conceito de Pegada de Carbono nos ajuda muito nos cálculos, visto que é possível “traduzir” o uso dos vários recursos em “carbono equivalente”, com metodologia bem conhecida. 

 

Somando todos os materiais e processos, do tecido de algodão ao uso de água e energia elétrica, a produção de uma camiseta de algodão emite 4,85 kg de carbono equivalente na atmosfera. Desses, apenas 18% vêm do tecido de algodão, enquanto 50% deriva do uso de energia elétrica: Uma grande oportunidade para uma empresa consciente que pode racionalizar seu uso de energia e cortar custos e emissões ao mesmo tempo!

 

Agora, e se a nossa camiseta fosse feita, vamos dizer, de poliamida, aquele tecido de toque sintético tão popular em roupas de ginástica? Nesse caso, a pegada de carbono dessa camiseta passaria a 5,91 kg de carbono equivalente, quase 22% mais alta. O impacto do material teria passado de 18% a 33% do total da peça. 

 

Agora, pergunte-se: Será que esses números poderiam alterar a opção do seu cliente por um determinado estilo de vestir?

 

O tema é bacana e as perguntas pipocam na cabeça: Pensando em economia circular, e se o algodão da minha camiseta fosse reciclado? Então você teria uma pegada muito baixa dos materiais (0,12kg carbono equivalente) e 97% de todas as emissões viriam do uso da eletricidade. Mais um sinal da importância de se buscar fontes mais limpas e eficientes de energia para chegar ao “carbono quase zero”.


Carbono quase zero? Mas e se eu quisesse realmente zerar minha pegada? Se quisesse desfilar por aí um belo selo verde do tipo “Carbono Neutro”, é possível?

ESG e Selos Verdes

É bom demais ouvir tantas empresas hoje se fazendo essa pergunta! E a resposta é SIM, claro que é possível! 

 

A sigla ESG ficou famosa por expressar o espírito dos nossos tempos. Originada no contexto dos investimentos, ela traduz os anseios da sociedade por negócios mais ambiental e socialmente justos e transparentes (E = environment; S = social;  G = governance). 

 

Os chamados “selos verdes” vêm materializar essa aspiração de pessoas e negócios em torno do consumo consciente, empresas sustentáveis e da responsabilidade socioambiental. Contudo, existem diversos tipos de selos verdes, os quais variam muito em termos de objetivos e metodologias. 

 

Na hora de procurar por um selo verde, é importante levar em conta qual a alma da sua marca e do que ela precisa para se expressar. Você é uma grande empresa que busca adequar-se às regulamentações do seu mercado? Ou você está mais preocupado em comunicar e engajar o seu cliente em suas ações de sustentabilidade? Quanto tempo e recurso você tem para investir? Quais os aspectos do seu processo produtivo ou comercial poderiam ser otimizados para encaixar-se nos padrões de uma ou outra certificadora? Todos esses são aspectos importantes a serem considerados.

CoClima: Sinônimo de solução integrada em sustentabilidade para e-commerces

A CoClima nasceu de um longo processo de pesquisa. Foram cerca 840 entrevistas quantitativas e qualitativas que nos levaram a entender que o consumidor está de fato cada vez mais consciente.  Por outro lado, ele também está carente de tempo, dinheiro e disponibilidade para pormenores técnicos. Quase 70% dos entrevistados atribuíram uma grande parcela de responsabilidade às empresas em responder às mudanças climáticas. Ainda 86% apontaram a conservação e restauração de florestas plantando árvores como a forma mais efetiva de lidar com o problema (Conheça outros resultados no artigo “Quem tem medo das Mudanças Climáticas”).

 

É para essas cidadãs e esses cidadãos que criamos nossa solução de sustentabilidade para e-commerce. Ela se comunica em tempo real, não requer conhecimento técnico profundo e se integra às plataformas de compra que ela/ele já utilizam: O seu e-commerce. E para você, empresária ou empresário consciente do seu papel na sociedade, preparamos uma solução descomplicada, sem investimento inicial ou custos fixos e com impacto positivo imediato na sua comunicação com o cliente. Além do selo verde “Parceira do Clima” a empresa comunica seu engajamento na sua própria plataforma, em uma página própria ou link e no check out da compra.

 

E mais: Não se trata apenas de plantar árvores. A CoClima repassa os recursos para projetos locais, viabilizando o trabalho das comunidades que estão ajudando a restaurar nossas florestas. Ou seja, a CoClima desenvolveu um sistema completo de responsabilidade socioambiental e sustentabilidade empresarial e fez isso pensando em você, empresária ou empresário, no seu cliente e nas comunidades locais que cuidam para que o Brasil seja sempre mais verde. 

 

Assim, juntos, Plantamos o Futuro.

  1. https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/pesquisas/filtro/tema/consumo-consciente

  2. https://blog.oquinto.org/2020/10/decisao-de-compra-consumidor-relata-preocupacao-com-postura-das-marcas/

  3. https://www.estadao.com.br/noticias/geral,meio-ambiente-e-preocupacao-para-94-dos-brasileiros-entrevistados-pelo-ibope-imp-,868445

  4. https://www.percepcaoclimatica.com.br/conclusões

  5. https://news.un.org/pt/story/2020/06/1717532

As pessoas que transformam isso em realidade

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Roberta Guimarães

Roberta Guimarães é bióloga, doutora em ecologia humana pela Universidade de Cambridge, Reino Unido. Trabalhou por 15 anos na área ambiental, com ensino, pesquisa e no poder executivo. É fundadora da GoLocal, plataforma de viagens de impacto socioambiental, na qual foi CEO por quatro anos. É co-fundadora da CoClima.

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Jonathan Kazimierski

Jonathan Kazimierski é formado em Marketing e Comércio exterior e MBA na Paris INSEEC Business School. Tem 4 anos de experiência em consultoria, marketing e eventos nos setores do meio ambiente e das energias renováveis. É o caçula do team e co-fundador da Coclima.

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Rita Mendes

Rita Mendes é bióloga, especialista em Gestão Ambiental, Mestre em Biodiversidade em Unidades de Conservação pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Tem 15 anos de experiência em Conservação da Natureza, durante os quais coordenou equipes e projetos ambientais. Tem experiência com financiamentos pelo Fundo Mata Atlântica no Rio de Janeiro.

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Antonio Gatti

Antonio Gatti é físico, pós-doutor em física de partículas pela Universidade de Cambridge, Reino Unido com MBA em controladoria e finanças pela FGV. Atuou como consultor e em TI e SAP. Trabalha há 15 anos com combustíveis alternativos, principalmente gás natural veicular. É gerente de operações e novos projetos da filial brasileira da multinacional Landirenzo.